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quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Em busca de novas leituras

"O Feitiço da lua" acabou. A minha primeira leitura do ano está terminada e arrumada novamente na estante. Mais uma vez Sarah Addison Allen proporcionou-me momentos aprazíveis de leitura. A sua escrita mágica é sempre agradável de ler.
A autora conseguiu fazer com que pensasse que as duas personagens principais fossem mãe e filha. Mas ao ler o último capítulo do livro tal suspeita revelou-se errada. Gosto de livros assim que nos prendem até à última.
Vou guardar para sempre esta história mágica, com um avô gigante, um papel de parede que muda de aspecto consoante a pessoa que entra no quarto, uma família que não sai de casa à noite porque brilha no escuro, uma mulher que cozinha bolos para trazer a sua filha até si, através dos cheiros.
Agora há que retomar a tarefa árdua de escolher um dos muitos livros que estão na minha estante. É sempre difícil, porque apetece-me ler todos ao mesmo tempo.

sábado, 8 de janeiro de 2011

Ano Novo leituras novas


Já iniciei a minha primeira leitura do ano. O livro que escolhi, de entre aqueles que habitam a minha estante é "O feitiço da lua". A sua autora é Sarah Adison Allen. Este é o terceiro romance da escritora norte-americana e pelas poucas páginas que li, posso confirmar que é dentro do género dos livros anteriores. O que não é surpresa e é igualmente delicioso.
A magia parece estar presente na escrita de Sarah em cada um dos seus livros. Essa magia é transmitida aos seus leitores através das suas personagens encantadores e das suas histórias surpreendentes.
Até agora estou encantada com a descrição de uma das personagens, um senhor que é mais alto que o normal e que por isso não pode habitar o piso de cima de sua casa. Ou então o papel de parede que muda de aspecto consoante a pessoa que entra no quarto.

Dedico esta leitura à Lua. A gata da minha kiduxa. Que a magia te acompanhe onde quer que estejas. Miau miau. 

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Primeiras leituras de Outono: "O rapaz de olhos azuis" de Joanne Harris

Neste momento não me encontro a ler livro algum. Há dias acabei de ler um livro pelo qual anciava há algum tempo, penso que desde Março (altura em que foi lançado em Inglaterra). Mas como estas coisas dos livros e editoras tem a sua demora, o livro só chegou às minhas mãos o mês passado (altura em que a autora veio a Lisboa lançar o livro editado pela ASA).

É a mais recente obra de Joanne Harris e intitula-se "O Rapaz de olhos azuis". À partida o título não é muito sugestivo, parece o título de um livro para crianças, mas como vos digo... PARECE. O livro com título para crianças, de infantil não tem nada, é um thriller psicológico, que faria qualquer criancinha dormir de luz acesa.

Deixando o título para trás, entreguei-me uma vez mais ao prazer da leitura, desta vez seguindo as palavras de uma das minhas autoras preferidas. Página a página, capítulo a capítulo fui fazendo parte de uma história intrigrante, complexa, e acima de tudo bem escrita.

Mais uma vez a escrita de Joanne Harris não me desapontou. Apesar de ser um livro atípico da sua escrita recente. Digo recente porque Joanne Harris começou por escrever livros deste género no início da sua carreira, nos anos 80. Mas esses livros infelizmente ainda não foram publicados pela ASA. Está para breve a edição de "The evil seed", o seu primeiro romance. Dedicando-se a uma escrita de sabores, cheiros e histórias de meios rurais, que dá vontade de conhecer aqueles lugares, aquela gente.

"O rapaz de olhos azuis" é um livro para ser lido e relido, se necessário voltar atrás (pois não convém avançar na história com dúvidas, correndo o risco de não compreendermos o seu final).

A sinestesia é um dos temas principais na história. As cores adquirem um papel preponderante. Ajudam-nos a perceber quem é quem. Já imaginaram viverem uma vida inteira usando a mesma cor em tudo?? Isso pode afectar a mente daqueles que foram sujeitos a tal crueldade. E é numa mente assim que vamos entrar nesta história. A mente do "Rapaz de olhos azuis". Uma mente seriamente afectada pelo passado, a sua infância, a relação com a mãe e os irmãos…

Mas posso dizer que nesta história, não há só uma mente afectada. Tenho dito.

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

To Sandra. Best wishes. Joanne Harris

Momentos com Joanne Harris

Enquanto escrevo este texto ainda estou assim um bocadinho fora de mim, nem acredito que ontem tive com a minha escritora preferida. Ao fim de cinco anos a ler Joanne Harris, nunca imaginei que algum dia pudesse estar perto dela, e muito menos que teria a minha vasta colecção autografada. É espectacular. Digamos que esta é a minha grande prenda de aniversário deste ano.
Peço desculpa a todos aqueles que me deram ou irão dar algum presente. Todos os presentes são especiais, cada um com o seu simbolismo. Aliás já recebi alguns presentes, e tudo o que recebi até agora adoreeeeeeeeeei. Obrigada a todos desde já.
Mas este tem um sabor ainda mais especial. Foi um momento único e inesquecível. Tive a oportunidade de estar com a minha autora preferida, de ter todos os meus livros autografados e ainda ganhei um jantar e um saco com quase todas as suas obras. Espectaculaaaaaaaaaaaaaaaaar.


Aqui ficam algumas fotos que memorizam este momento. E também a ementa do jantar, que foi assim uma coisa deliciosa. Com uma característica ainda mais especial, pois os pratos foram confeccionados com base nos seus dois livros de receitas de cozinha francesa. Trés chique!

Gostaria de aproveitar e agradecer a todos aqueles que me proporcionaram este momento, ao blogue joanneharris.blogs.sapo.pt, à Asa e ao El Corte Inglés.


O grande momento
                                              Eu com os meus sacos cheios de livros para autografar

Os meus livros a serem autografados

                                           Joanne Harris com o seu livro preferido na mão

      Eu com um sorriso de orelha a orelha, então não, ali estava eu a guardar os meus livros acabados de autografar

                                                             Joanne Harris durante o jantar.
         A simpatia e boa disposição foram umas das características que mais me marcaram na escritora.




                                                               O manjar dos deuses.

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Joanne Harris no meu aniversário


Ainda não fiz anos e já recebi uma prenda de aniversário antecipada. Acabei de saber hoje que ganhei um jantar com a minha escritora preferida, Joanne Harris. Além disso vou ganhar um kit com todos os livros da autora e ter a oportunidade de ter os meus livros autografados.
Que mais posso dizer? Estou super contente, a dar pulos de alegria.

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

A grande revelação de "Xeque ao rei"

Depois de 369 páginas lidas, fico a saber que o protagonista da história não é um mas uma. Eis a revelação:
_ Muito prazer em conhecê-lo, sir. Eu sou Julia Snyde.

E a explicação é a seguinte:

No original, ao longo do livro é possível manter a ambiguidade da personagem, já que na língua inglesa as palavras são neutras no que se refere ao género, pelo que nunca é referido se é masculino ou feminino. Em português, tal ambiguidade é impossível de ser transmitida, por isso optou-se pelo uso do masculino até ser desvendada a sua verdadeira identidade.
in "Xeque ao rei", Joanne Harris, pág 369, nota 1 

Faltam apenas 56 páginas e muito mais há ainda por desvendar.

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Quase a fazer xeque-mate

Pois é, tenho andado um bocadinho ausente do blogue por estes dias, mas o motivo é mais do que justificável. Tenho andado ocupada a devorar as páginas de "Xeque ao rei" de Joanne Harris. A história chegou onde eu queria, ao desenrolar dos acontecimentos mais esperados. Aquele que não é o que parece está a revelar-se uma personagem inquietante, maléfica, quase um psicopata, capaz de tudo para um único fim... destruir St Oswald. Culpa dos seus traumas de infância...


Ah! Neste momento estou no capítulo a Rainha, quase, quase a fazer Xeque-mate, o último capítulo do livro.

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Entre páginas


Comecei por estes dias uma nova leitura "Xeque ao rei" de Joanne Harris. É um livro que já está na minha estante há algum tempo e que por diversos motivos e alguma preguiça à mistura ainda não tinha sido lido.


Mas como este ano decidi começar a ler os vários livros que estão nas minhas estantes e que se vão acumulando de pó por falta de uso, eis que chegou o momento do "Xeque ao rei".

Não gosto muito de xadrez, mas estou a adorar este livro. Não é que o livro seja sobre xadrez, porque não é. Não tem nada a ver. Talvez por isso é que o esteja a adorar.

Das razoáveis páginas que já li, posso dizer que é um livro que prende desde o primeiro parágrafo. É quase que um thriller psicológico. Daqueles em que estamos à espera que aconteça algo, mas nunca mais chega esse momento.

É um livro que fala de vingança, passado numa escola masculina daquelas todas "pipis" e conservadoras. E há alguém nesta história que não é aquilo que parece.

Para já é só. E já chega.

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Mais vale tarde do que nunca


Agora é que me lembrei. Acabei de ler o livro "A casa dos espíritos" de Isabel Allende e não fiz nenhum comentário ao livro, aqui no blogue.


Já lá vão algumas semanas desde que acabei de ler o livro, mas mesmo assim não tantas como deviam (ver post "Nova aventura literária", arquivo Maio 2010). Isto porquê? Porque comecei a ler o livro em meados de Junho e só acabei em finais de Julho. Mais de um mês para ler um livro com trezentas e tal páginas. Que será deste que estou a ler agora "Xeque ao rei" que tem 425!

O livro andou desde o primeiro dia comigo na mala, foi à praia muitas vezes, ficou sujo de areia e protector. Foi à piscina e foi salpicado de água umas quantas vezes, devido aos mergulhos irritantes dos meus vizinhos. Foi ao café, esteve várias vezes à mesa de uma esplanada. Foi a exposições, a museus. Andou de carro, comboio, metro. Suportou altas temperaturas, noites frescas. Enfim, foi um fiel companheiro.

Eu é que não fui lá muito fiel na sua leitura. Havia dias de grande preguiça e outros de extrema dedicação. É verão e nesta altura só apetece fazer nada.

Mas falando do livro... mesmo com todos estes contratempos foi uma história que me agradou bastante.

Antes de ler o livro, sem saber nada sobre ele, pensava que ia ler um livro de terror, sobre uma casa assombrada, tipo o filme "The others" com Nicole Kidman. Mas não. O livro surpreendeu-me pela positiva. Foi melhor que isso. O livro não falava de uma só casa, e os espíritos... esses... não metiam medo.

É uma história triste, pesada, que nos faz reflectir sobre a condição humana. Sobre o bom e o mau de nós, seres humanos. Fala de valores, crenças. É uma história intrigante, mas uma boa leitura. Acima de tudo, uma história de amor. Aconselho.

Ah! Depois de ler o livro tive curiosidade de ver o filme. Gostei. Os actores eram óptimos, Glenn Close, Meryl Streep, Jeremy Irons, Antonio Banderas, Winona Ryder. Além disso, o filme foi rodado em Portugal, e foi curioso reconhecer alguns dos lugares. Também aconselho a ver o filme.

Duas boas sugestões culturais. Fico-me por aqui.

quinta-feira, 29 de julho de 2010

Uma boa notícia nunca vem só


Depois de saber o dia exacto em que o livro ia ser posto à venda em Portugal, descobri uma notícia ainda melhor, Joanne Harris vem a Portugal lançar o seu novo romance "O rapaz de olhos azuis". A autora vai estar em Lisboa entre os dias 15 e 17. Que bela prenda de aniversário: o livro e a possibilidade de ter uma dedicatória escrita pela autora. Além de conhecê-la pessoalmente.
Estou assim para lá de contente :)

quarta-feira, 28 de julho de 2010

"O rapaz de olhos azuis" já tem capa


Esta é a capa da minha próxima aquisição literária. Ando a contar os dias. Vai estar à venda nas livrarias a partir do dia 7 de Setembro. A data não podia vir mais a calhar. Familiares e amigos aqui têm uma sugestão para uma prendinha de anos. Eu agradeço :)

sexta-feira, 18 de junho de 2010

A literatura fica mais pobre

Hoje a literatura portuguesa e mundial ficou mais pobre, morreu o Prémio Nobel português da literatura, José Saramago. Um escritor amado por muitos e odiado por outros. Para mim é um exemplo como escritor e pessoa. É um dos grandes vultos da cultura portuguesa. Ao mundo deixou uma vasta obra, e penso que não há melhor maneira de homenagear este grande homem das letras (e não sou), do que ler as suas obras. Eu tenho na minha pequena biblioteca cinco das suas obras: "Memorial do convento", "Levantado do chão", "Homem duplicado", "Ensaio sobre a cegueira" e "Jangada de pedra". Para além do prazer que tenho em ter estas obras na minha pequena biblioteca, tive o prazer e o privilégio de conhecer este grande senhor, pessoalmente, na feira do livro de Lisboa de há dois anos. Guardarei para sempre este momento e também a dedicatória que me escreveu num dos seus livros.                                                                                         
Até sempre Saramago. 

À Sandra com a simpatia de José Saramago. 4.6.2008

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Que se lixem as calorias... sabe bem.


Ora como hoje estou numa de valorizar aquilo que temos de melhor no nosso país, eis do que me lembrei... claro só podia... Merry CupCakes... nem mais. Eu sei que esta autêntica bomba de calorias não faz parte da nossa vasta e deliciosa doçaria nacional (que é bem boa diga-se de passagem), mas foi umas das poucas coisas que de melhor se fez nos últimos tempos, em termos de importação no nosso país.


Estes famosos queques, popularizados por Carrie Brashaw, em Sex and the City, eram até há pouco tempo uma imaginação gustativa. Mas como felizmente nem tudo são más noticias no nosso país... a imaginação passou à prática. Eu já pratiquei. E digo uma coisa, soube-me que nem ginjas, não tivesse eu comido esta pequena maravilha numa das minhas idas à Feira do Livro, na barraquinha da Ginja de Óbidos.

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Nova aventura litarária


Acabei hoje mais uma leitura "Do Fundo do Coração", de Mary Lawson. Eu sei que demorei muito tempo a lê-lo, mas tive um curso pelo meio e o tempo era pouco. Cheguei mesmo a reler as páginas que já tinha lido, porque quando peguei no livro para continuar a ler já não me lembrava da história, as personagens eram-me desconhecidas. Mas quando voltei a pegar nele, nunca mais o larguei e li-o em poucos dias.

A nova aventura literária já está escolhida "A Casa dos Espíritos", de Isabel Allende. É um livro que já ando para ler há muito tempo, há mais tempo do que aquele que ele está na minha estante. São várias as pessoas que me recomendam o livro. Por isso, não podia esperar mais.

A pilha de livros começa a diminuir... uff... mas o pior é que esta imagem está desactualizada. Não são só estes livros que tenho na minha mesa-de-cabeceira, que aliás, dado o volume, tive de começar a transferir para a cómoda.

Mas é bom saber que tenho muitos companheiros para as horas de solidão, que são muitas... infelizmente... ou talvez felizmente... não sei... é sempre bom ter momentos com nós próprios... como é sempre bom ter alguém com quem falar... é bom ler...eu gosto... e gosto de fazê-lo sozinha... eu e o livro... eu e as novas personagens... eu numa nova história... eu e o meu mundo... o Mundo da Inca.

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Hoje foi assim... num momento de inspiração

"Os livros são um vício saudável, que nos alimentam a alma e nos fazem crescer como pessoas."





*Resposta ao comentário de uma querida amiga  no post "Uma ida à Feira do Livro de Lisboa".

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Três livros, dois autores, duas editoras, dois idiomas, uma leitora.


Estas foram as minhas aquisições na minha visita à Feira do Livro de Lisboa, no fim-de-semana anterior. Há tempos que estava para comprar estes dois livros de Escrita Criativa, mas achava que eram caros. E fui esperando… ( mas como lá diz o ditado "Quem espera sempre alcança") e não é que comprei os dois livros pelo preço de um. Os livros de Escrita Criativa são da autoria de Pedro Sena-Lino e estão divididos em dois volumes, "Escrita Criativa I" e "Escrita Criativa II". Para mim são um bom manual para quem gosta de escrever. Aqui, tem a oportunidade de ler alguma teoria e pôr em prática a sua criatividade, fazendo os exercícios que são propostos.


A terceira compra literária foi "La ciudad de las bestias" e é da autoria de Isabel Allende. Em português o livro é conhecido por "A Cidade dos Deuses". É o primeiro de uma trilogia. Mas quando o comprei não fui por ser da autora que é, ou por ser o primeiro de uma trilogia, e muito menos por ser best-seller. Comprei-o porque além de gostar da autora, sim senhor, decidi que queria começar a ler literatura espanhola, para praticar o meu "espanhol" que anda esquecido...

Espero que não fiquem muito tempo na fila de espera. Pelo menos o primeiro volume de Escrita Criativa já anda comigo na mala :)

terça-feira, 18 de maio de 2010

Uma ida à Feira do Livro de Lisboa



Este fim-de-semana fui até à Feira do Livro, adorei. Comprei alguns livros e até fiz um Workshop. Mais três livros para a minha estante, ou talvez para a minha mesa-de-cabeceira, porque duvido que caibam na estante. Não consigo evitar, adoro livros, é um vício. Mas daqueles saudáveis.


Adorei o Workshop de Escrita Criativa, orientado por Pedro Sena-Lino, o autor de dois dos livros que comprei na Feira. Eram um dos livros do dia da Porto Editora, e há muito que estava para comprá-los. Ainda por cima comprei dois pelo preço de um. Querem melhor compra que esta. Sem falar que tive a oportunidade de ter os dois livros autografados pelo próprio autor, com fotografia e tudo. Além disso ainda assisti a um Workshop dele. Foi muito interessante. Fizemos exercícios práticos durante todo o Workshop, no total para aí uns quatro. Até tivemos direito a público e tudo, que ouvia com atenção os nossos trabalhos.

Foi um fim-de-semana diferente...interessante...criativo.

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Uma verdadeira pérola


Este é um dos livros que encontrei perdidos na arrecadação. Trata-se de uma peça de teatro intitulada "Pérola", datada do ano de 1933. Não é todos os dias que temos a sorte e o privilégio de encontrar uma relíquia destas. O mais interessante é que todos os exemplares estão rubricados pelos herdeiros do autor. Como este que encontrei.
O livro de aspecto quase centenário ficará bem guardado na minha estante. Para que um dia possa ler as suas páginas amareladas pelo tempo, e respirar o cheiro a passagem do tempo, entranhado em cada uma delas.
É tão bom. Estou encantada.

domingo, 9 de maio de 2010

O monte já era pequeno


Ainda não acabei de ler os livros que completam o monte que tenho na minha mesa de cabeceira, e para o qual olho todos os dias mal acordo, e já lá pus mais uns quantos. O monte de livros já é mais alto que o meu candeeiro. É o que dá pôr-me a arrumar a estante. Mas o que é que hei-de fazer. Os livros estão a abarrotar, já nem sei onde pô-los. Uns deitados, outros em pé, outros tudo ao molho e fé em Deus.
Os que não cabiam na estante, levei para a mesa de cabeceira e foram eles: "A princesa do gelo" de Camilla Läckberg; "A cabana" de WM. Paul Young; "Casamento em Dezembro" e "A casa na praia" de Ana Shreve.
Agora resta saber quando é que vou lê-los. Enquanto isso vou limpando-lhes o pó.