quarta-feira, 30 de junho de 2010

Ideia, apenas isso

Esta semana, quando ia de comboio a caminho de casa, inspirada pela aula de poesia, tive uma ideia. Com medo de me esquecer dela apontei-a no meu bloco de notas, e por enquanto, é apenas isso, uma ideia. Uma ideia escrita num pedaço de papel, e que um dia eu sonho que saia do pedaço de papel onde foi escrita.

Na pele de uma fotógrafa: Travessas


Numa tarde de calor, inspirada pela história da Vila de Alenquer, "Vila Presépio", percorri algumas das suas travessas. Foi uma tarde agradável, em que fiquei a conhecer melhor a sede do meu concelho.
Travessa das Freiras
Escadas do Correio Velho
Travessa do Mena
Travessa do Club

terça-feira, 29 de junho de 2010

Fim de tarde

Da janela da minha sala.

Na pele de uma fotógrafa: gatos #2

Os gatos também fazem campismo. Aqui está a prova disso mesmo. Um gato com pinta de Garffield, com um ar todo descontraído a pousar para a minha máquina.
in Parque de Campismo da Areia Branca

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Regresso ao passado

Este fim-de-semana fui pela primeira vez à Feira Medieval de Alenquer, um espaço cheio de cor, música, cheiros... parecia que tinhamos regressado atrás no tempo, as pessoas faziam pequenas encenações, danças medievais, havia uma série de barraquinhas com artesanato e doces conventuais. Fiquei a gostar, para o ano há mais :)

sábado, 26 de junho de 2010

Lembranças de outras andanças

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Tenho um gosto enorme por viagens, é pena não poder satisfazer esse desejo tantas vezes quanto gostaria. Ao estrangeiro só conto com uma viagem a Inglaterra. No entanto, cá dentro são significativos os sítios que visitei.


Sempre que faço uma viagem ou um passeio a qualquer lado, nem que seja apenas a 10 quilómetros de casa, tento sempre trazer alguma recordação do local. Às vezes são apenas fotografias (para mim a melhor lembrança que se pode trazer de um lugar), outras vezes soltam-se os cordões à bolsa e lá se trazem umas lembrancinhas típicas do sítio onde me encontro. Outras vezes são familiares e amigos que me trazem uma recordaçãozinha do país que visitaram.

Em minha casa já tenho um bocadinho de alguns recantos do nosso planeta. Uma t-shirt que comprei em Londres na minha única viagem de avião. E uma malinha que a minha sogra trouxe quando lá foi.

Com sotaque francês tenho também uma outra t-shirt e mala. Foram duas prendas oferecidas pelo meu irmão mais velho quando foi à Disneyland Paris no ano passado (como eu queria ter ido). Mas como ele é um querido ainda me trouxe um porta-chaves que anda sempre comigo e uma lata-caixinha com a Minnie de um lado e o Mickey do outro. É uma doçura de lata, e apesar do meu irmão sugerir colocá-la na cozinha (má ideia), dei-lhe outra utilidade e coloquei-a no escritório-biblioteca lá de casa.

Uma das mais recentes aquisições de viagens foi um saleiro e pimenteiro muito original que veio de Madrid. São dois bonequinhos trajados a rigor e que desta vez não tive desculpa para não colocá-los na cozinha.

Como o meu irmão já se fartou de viajar e eu não, são mais as recordações que ele me traz do que as que compro por mim própria. Ora a juntar ao rol de presentes-lembranças do meu maninho, tenho mais uma pulseira linda e maravilhosa de madeira que veio do outro lado do Atlântico, do México. E uma t-shirt também linda e maravilhosa que o meu irmão trouxe desta mesma viagem, e que eu consegui recuperar depois de tanto tempo sem saber dela.

Mas felizmente não é só o meu irmão que me traz presentes de outras andanças, também tenho amigos que o fazem. A Cátia por exemplo ofereceu-me uma rosa do deserto da sua viagem à Tunísia. É uma rosa feita de areia do deserto. Uma coisa assim para lá de maravilhoso.

Mas não sou só eu que tenho boas amigas, a minha mãe também as tem. E de vez em quando lá vem uma coisinha de um país que elas escolheram para passar férias. E como eu adoro apoderar-me das coisas da minha mãe... como eu adoro. Talvez por isso não consegui resistir a dois porta-chaves, vindos de dois sítios tão marcantes como Cuba e Tailândia. Um deles infelizmente já deixou de o ser, mas felizmente lembrei-me de uma outra utilidade, e é hoje um elemento decorativo de uma moldura (ver http://mundodainca.blogspot.com/search/label/Bricolage).

Cheguei ao fim deste texto e sem o reler, fiquei com a sensação de que usei demasiadas vezes o verbo lembrar, mas que verbo poderia eu usar, num texto que fala disso mesmo... de lembranças.

sexta-feira, 25 de junho de 2010

Versos de quem vive a paixão do amor


A paixão é intensa
É não pensar e agir
E sem qualquer sentença
Avançar e sentir.

Desejo doce com sabor amargo

Estes chocolatinhos maravilhosos do Lidl bem que podiam ter o sabor Brasil, que bem que sabia agora enfardá-los, devorá-los, engoli-los sem mastigá-los... ainda por cima são amargos.

terça-feira, 22 de junho de 2010

Na pele de uma fotógrafa: gatos

Encontrei estes dois lindos gatos num passeio de fim de tarde pelas ruas e ruinhas de Vila Franca de Xira. Estavam na mesma rua à distância de duas portas, e deixaram-se fotografar. Obrigada aos dois :)

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Chegou o Verão

Hoje é dia de comemorar a chegada do Verão. A minha estação do ano preferida. Nesta altura do ano só me apetece praia, sol, mar, roupa fresca e colorida, beber sumos frescos e batidos, comer saladas, fruta, fazer caminhadas depois de jantar, dormir a sesta, não fazer nada... descansar :)




sexta-feira, 18 de junho de 2010

A literatura fica mais pobre

Hoje a literatura portuguesa e mundial ficou mais pobre, morreu o Prémio Nobel português da literatura, José Saramago. Um escritor amado por muitos e odiado por outros. Para mim é um exemplo como escritor e pessoa. É um dos grandes vultos da cultura portuguesa. Ao mundo deixou uma vasta obra, e penso que não há melhor maneira de homenagear este grande homem das letras (e não sou), do que ler as suas obras. Eu tenho na minha pequena biblioteca cinco das suas obras: "Memorial do convento", "Levantado do chão", "Homem duplicado", "Ensaio sobre a cegueira" e "Jangada de pedra". Para além do prazer que tenho em ter estas obras na minha pequena biblioteca, tive o prazer e o privilégio de conhecer este grande senhor, pessoalmente, na feira do livro de Lisboa de há dois anos. Guardarei para sempre este momento e também a dedicatória que me escreveu num dos seus livros.                                                                                         
Até sempre Saramago. 

À Sandra com a simpatia de José Saramago. 4.6.2008

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Love boat

Aqueles que me conhecem BEM, sabem da minha paixão por barcos. Talvez por isso, não consiga resistir a tirar uma fotografia, sempre que avisto um. Qualquer que seja o seu aspecto, cor, tamanho, formato, estado...
Já dizia a canção... "Love Boat...". E eu apesar de não ter nenhum barco do amor, tenho amor pelos barcos.


Lá ao fundo a Lezíria, mais atrás a "Liberdade", um barco turístico de Vila Franca de Xira. À frente um barco de pescador do Tejo.

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Era uma vez... uma rapariga que gostava de ter um livro ilustrado por Helena Simas

Na semana passada fui ver uma exposição que me maravilhou os sentidos, principalmente a visão. Cada pintura que via ficava ainda mais encantada. Senti-me dentro de um conto de fadas. As pinturas em aguarela de Helena Simas (uma ilustradora que desconhecia, mas que passei a apreciar) são fantásticas. É o sonho de qualquer escritor de livros infantis, ter o privilégio de poder contar com estas magníficas imagens a colorir o seu livro.


Era e é um sonho meu vir um dia a escrever um livro para crianças, mas agora acrescento a esse sonho, o de ter o meu livro ilustrado por Helena Simas. A vida é feita de sonhos. Não custa sonhar. Sonhar é bom.


segunda-feira, 14 de junho de 2010

Para quem mora lá, o céu é lá

É assim que se intitula a exposição dos Gémeos que está no CCB até 19 de Setembro.
Os Gémeos são dois irmãos, Gustavo e Otávio Pandolfo, que desde 1987 percorrem as ruas da cidade de São Paulo, com os seus graffiti. As suas obras apelam a um imaginário entre o sonho e o sortilégio, a fantasia e a crítica social. A cor é uma dominante, em particular o amarelo, que está presente em todas as suas obras.
Aqui ficam algumas fotos que retratam o que foi dito.


                               

sexta-feira, 11 de junho de 2010

10 anos de Terrakota

Esta semana, os Terrakota comemoraram os seus dez anos de carreira no Cinema S. Jorge, em Lisboa. Eu estive lá e adorei.
O evento contou com a apresentação e estreia do documentário "Terrakota no Topo do Mundo - Um Diário da Viagem aos Himalaias", seguido do concerto dos dez anos e pré-apresentação do novo álbum "World Massala".
A sala estava cheia de gente e o ambiente era fantástico, com o pessoal a vibrar com a música. Foram poucos os que se mantiveram sentados durante o concerto. A malta queria era dançar, e a música apelava a isso.
Não conhecia muito bem o trabalho deles, e nunca tinha assistido a um concerto da banda, mas do que vi gostei.
O grupo que caracteriza-se pela sua diversidade cultural, onde se mesclam vários estilos e ritmos, desde reggae a música indiana e africana.
Foi um momento bem passado. E é claro que não podia deixar de ser registado no blogue.



terça-feira, 8 de junho de 2010

Templo Indú: música, cor e picante

Entrada do Templo Índu, em Lisboa.

Altar com as divindades indus.

A separação entre homens e mulheres.

Mulher indiana no momento da oração.

Comida indiana.

Puri, pão indiano. A única coisa que comi sem picante.


segunda-feira, 7 de junho de 2010

O meu olhar dentro de uma Mesquita

O Salão da Oração, Maddjid, que significa "local onde se ajoelha". Ornado de versos e tapetes

Um olhar acima de tudo religioso

A separação entre homens e mulheres durante a oração

Homens muçulmanos durante a oração

O olhar atento e curioso de algumas colegas do curso

Um dos momentos do Salat, a oração

Mulheres muçulmanas durante a oração